Sobre República Dominicana
A República Dominicana é Caraíbas em estado puro — mas com muito mais para contar do que palmeiras e tudo incluído.
Punta Cana é o clássico, e com razão. Quilómetros de praia bordada de coqueiros, águas mornas e resorts que não te deixam querer mais nada. Mas basta saíres um pouco para encontrares outra República Dominicana. A Ilha Saona, com a sua piscina natural no meio do mar, é daqueles sítios que parecem montagem — mas são reais.
Em Santo Domingo, a Zona Colonial é a mais antiga das Américas. Ruas de pedra, catedrais do século XVI e uma vida nocturna que mistura merengue, bachata e rum sem pedir autorização. No norte, Puerto Plata combina praias com teleférico até ao Pico Isabel de Torres. A Península de Samaná é outro mundo — baleias jubarte entre janeiro e março, a cascata El Limón escondida na selva e praias como Rincón, consistentemente entre as melhores das Caraíbas.
Para quem quer fugir do óbvio, Jarabacoa e Constanza no interior montanhoso oferecem rafting, trilhos e um clima fresco que ninguém espera encontrar nas Caraíbas.
República Dominicana sem sair do resort é só metade da história. Ajudamos a descobrir o resto.
Língua Oficial
Espanhol
Moeda
Peso
Melhor altura para visitar
Todo o ano. De dezembro a abril — seco e ameno. Para avistar baleias em Samaná, de janeiro a março. O verão é mais quente e húmido, com maior risco de furacões entre setembro e outubro.
Praia
Bayahibe
Bayahibe é uma antiga aldeia de pescadores na costa sudeste da República Dominicana — e uma das poucas zonas do Caribe dominicano praticamente livre de sargaço. As praias têm água quente, calma e limpa durante todo o ano.
A partir de Bayahibe, a Isla Saona é paragem obrigatória — piscinas naturais turquesa, estrelas-do-mar e almoço na praia de catamarã. A Isla Catalina, mais pequena e tranquila, é ideal para snorkeling e mergulho no recife "The Wall". O Monkey Land garante uma manhã diferente com macacos-esquilo em liberdade no meio da selva. E Santo Domingo, a duas horas, oferece a Zona Colonial mais antiga das Américas.
Bayahibe é Caribe sem sargaço, sem complicações e com as melhores excursões à porta.
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Praia
Republica Dominicana
Punta Cana é o Caribe sem complicações — quilómetros de praia bordada de coqueiros, águas mornas e resorts que tratam de tudo para que tu não tenhas de pensar em nada.
A Praia de Bávaro é a mais conhecida e com razão — areia branca, mar turquesa e uma extensão que nunca se sente cheia. Cap Cana, mais a sul, é a versão exclusiva, com marinas, campos de golfe e uma Playa Juanillo que parece reservada só para ti. Macao tem ondas para surf e um lado mais selvagem que contrasta com o conforto dos resorts.
Para lá da praia, há mais do que parece. O Hoyo Azul é uma gruta com uma lagoa de água azul no fundo de um penhasco rodeado de vegetação. O parque ecológico Indigenous Eyes esconde lagoas de água doce no meio da selva. E um passeio de catamaran até à Isla Saona — piscinas naturais, estrelas-do-mar e almoço na praia — é o dia perfeito fora do resort.
Punta Cana funciona para casais em lua-de-mel, famílias com crianças e para quem quer simplesmente praia, sol e desligar do mundo.
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Praia
Samaná
Samaná é a República Dominicana que foge ao tudo incluído — e é provavelmente o canto mais bonito do país. Uma península no nordeste que mistura selva, praias escondidas e uma vida selvagem que surpreende quem só esperava resort.
A Praia Rincón é frequentemente listada entre as melhores das Caraíbas — uma baía longa de areia branca rodeada de coqueiros e montanhas verdes, sem construções e sem multidões. Playa Bonita, mais perto de Las Terrenas, faz jus ao nome. E Las Galeras, no extremo leste de Samaná, é o ponto de partida para praias que só se alcançam de barco ou a pé — Playa Madama e Playa Frontón são duas delas, e valem cada minuto do caminho.
Las Terrenas é o centro cosmopolita de Samaná — uma vila com influência francesa, restaurantes europeus, bares na areia e uma comunidade internacional que escolheu ficar. O Pueblo de los Pescadores, à beira-mar, é o sítio certo para peixe fresco e noites descontraídas.
A Cascata El Limón, no interior da península, é uma queda de água de quase 40 metros escondida na selva — chega-se a cavalo ou a pé por trilho, e o mergulho na piscina natural no fundo é a recompensa. O Parque Nacional Los Haitises, acessível de barco desde Samaná, é manguezais, cavernas com pictografias taínas e ilhotes cobertos de vegetação que lembram a Baía de Ha Long.
E entre janeiro e março, Samaná recebe milhares de baleias jubarte que vêm às águas quentes da baía para acasalar e dar à luz. O passeio de observação desde o porto de Samaná é uma das experiências mais extraordinárias que se podem ter nas Caraíbas.
Samaná é a República Dominicana no seu estado mais autêntico — selva, cascatas, baleias e praias que ainda se descobrem a pé.
Reserva Samaná e conhece as Caraíbas que poucos encontram.