Sobre Malta
Malta é pequena no mapa — e enorme em tudo o resto. Três ilhas no meio do Mediterrâneo que acumulam mais história por quilómetro quadrado do que a maioria dos países.
Valletta, a capital, é uma cidade fortificada onde cada rua conta séculos. A Co-Catedral de São João esconde um Caravaggio que vale a viagem sozinho. Os palácios, as vistas sobre o Grand Harbour e as esplanadas ao entardecer fazem o resto. É a capital europeia mais pequena — e provavelmente a mais fotogénica.
Mdina, a cidade silenciosa, é muralhas, ruelas estreitas e um miradouro que domina a ilha inteira. Em Marsaxlokk, os barcos de pesca coloridos — os luzzu — alinham-se no porto e ao domingo o mercado de peixe é uma instituição.
Gozo, a ilha irmã, tem outro ritmo. Templos megalíticos mais antigos que as pirâmides, salinas esculpidas na rocha e a Baía de Ramla com a sua areia avermelhada. Para mergulho, o Blue Hole é uma catedral subaquática. E entre as duas ilhas, Comino tem a Blue Lagoon — uma piscina natural de água absurdamente azul que justifica o desvio.
Malta fala-se em inglês, voa-se em poucas horas e o sol aparece mais de 300 dias por ano. Tem praias, tem noite, tem cultura e tem preços que ainda surpreendem pela positiva.
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Língua Oficial
Maltês e Inglês
Moeda
Euro
Melhor altura para visitar
De abril a junho e de setembro a novembro — sol garantido, mar quente e menos turistas. O verão é intenso, perfeito para praia e festas tradicionais. O inverno é suave e ideal para explorar sem multidões.